AMANHÃ 21 DE JANEIRO AS 09 HORA NO CLUBINHO DA TARTARUGA REUNIÃO DE TODOS OS DOCENTES PARA TRATARMOS DA SITUAÇÃO EM PASSA O MAGISTÉRIO DE PIRAMBU.
PAUTA:
SITUAÇÃO SALARIAL.
ATUAÇÃO DO SINTESE EM PIRAMBU.
O QUE FOI FEITO ATÉ O PRESENTE MOMENTO.
NÃO FALTEM SUA PRESENÇA É IMPORTANTE !!!!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
ANO LETIVO PODE NÃO COMEÇAR EM PIRAMBU

Mesmo sem o apoio do SINTESE, os professores de Pirambu já bateram o pé e disseram que mesmo recebendo o salário de janeiro, caso o vencimento de dezembro não seja pago, ninguém pega no giz nem no apagador, é isso que se escuta nos quatro cantos da cidade. Essa decisão será deliberada em Assembléia ainda sem data para acontecer por que a Direção do SINTESE acredita que EM PIRAMBU, não é o momento de se fazer uma assembléia por causa das férias, mas em outras cidade POOOOOOOOOOOOODEEEEEEE !!!!
JURO POR DEUS QUE ISSO É VERDADE !!!!!!!!!!!!!
Com a palavra, a Direção da Base Municipal do SINTESE.
sábado, 10 de janeiro de 2009
TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA ENTRE MP E ADMINISTRAÇÃO DE PIRAMBU
Clique na imagem e veja o Termo de Ajustamento de Conduta celebrado entre o MP e a Administração de Pirambu.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
FELIZ ANO NOVO!
Essa velha frase não soou bem nos ouvidos dos professores de Pirambu que entraram 2009 sem nem um conto no bolso. O fato é que o prefeito Antonio Fernandes de Santana (até 31/12) não cumpriu o calendário de pagamento dos servidores municipais determinado pelo MM. juiz da comarca de Japaratuba Rinaldo Salvino.Professores ligados ao SINTESE e ao CONFUNDEB procuraram a secretária Municipal da Educação, a Srª. Maria de Lourdes, para colher informações acerca do pagamento do mês de dezembro e a mesma informou que segundo o prefeito Nilton, o ex-prefeito Antônio Santana não deixou nenhum dinheiro em caixa. Informou ainda que o pagamento do mês de janeiro será efetuado até o dia 25 e se comprometeu em falar com o atual prefeito sobre a referida situação e que responderia em seguida à reivindicação dos professores.
A outra história...
Inconformados com a notícia de que a prefeitura não tem dinheiro para pagar o salário dos professores referente ao mês de dezembro, os professores mantiveram contato com a ex-secretária de finanças da prefeitura de Pirambu, a Srª. Aline Batista e a mesma garantiu que há saldo nas contas do FUNDEB. Portanto, o discurso de que não tem dinheiro não convence afinal o repasse do FUNDEB referente ao mês de dezembro é o equivalente a R$ 260.000,00 e a folha pagamento não passa de R$ 200.000,00. Tem alguém contando estória.
Lembrete: Se o ex-prefeito Antônio Santana descumpriu ao TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), a justiça é quem irá chamá-lo à responsabilidade o que a sociedade espera com ansiedade. Chega de impunidade!!! Agora quanto ao salário dos professores referente ao mês de dezembro, entendemos que é uma responsabilidade da municipalidade, portanto, não adianta dizer que não tem dinheiro, isso é problema da antiga administração, nada disso. Quem quer o bônus, também tem que arcar com o ônus. NÓS SOMOS SERVIDORES MUNICIPAIS. TRABALHAMOS, QUEREMOS RECEBER!!!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
GESTÃO DEMOCRÁTICA EM PROPRIÁ

No dia 19/12, o prefeito de Propriá, Paulo Britto (PT) recebeu das mãos de dirigentes do SINTESE a proposta para a regulamentação da Gestão Democrática nas escolas do município, se comprometendo a efetivá-la na íntegra. "A gestão democrática só representa vantagens, pois quando a comunidade escolar elege o diretor eles também participam da gestão escolar", disse o prefeito.Vale ressaltar que a proposta que será encaminhada pelo prefeito a Câmara de Vereadores foi fruto de vários anos de reflexão, debates e discussão com os educadores. É imperioso registrar que há também na proposta a contribuição de setores da Secretaria de Estado da Educação durante o estudos feitos para regulamentar a Gestão Democrática da rede estadual, sem concretização até o momento. A Gestão Democrática que será implantada em Propriá será em três etapas: apresentação do projeto administrativo e pedagógico para a comunidade escolar, eleição direta e curso de gestão para os eleitos.A proposta de Gestão Democrática apresentada pelo SINTESE é baseada no conceito universal de democracia participativa. Tem como objetivo uma participação ativa de alunos, professores, funcionários e pais, ou seja toda a comunidade escolar. Que o município de Propriá sirva de exemplo para os outros gestores sergipanos.
PISO SALARIAL DO MAGISTÉRIO

Desde que a Lei 11.738 foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em julho, uma polêmica tomou conta do mundo educacional brasileiro. Tudo porque, além de fixar 950 reais o piso salarial do Magistério, a norma obriga as redes a reservar no mínimo um terço da carga horária de trabalho dos professores contratados para atividades extraclasse. Alinhado a uma resolução de 1997 do Conselho Nacional de Educação, o Plano Nacional de Educação, de 2001, já prevê de 20% a 25% do tempo dos docentes destinado ao aperfeiçoamento profissional fora da sala de aula – nem sempre a determinação é cumprida. O aumento dessa carga para 33% fez com que a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed) reagissem, colocando prefeitos e governadores na linha de frente da batalha contra o novo texto legal.
A polêmica gira em torno de dois eixos. O primeiro é financeiro. As horas reservadas para planejar aulas, corrigir provas e estudar são encaradas como uma ameaça aos cofres públicos. Se colocado em prática, o novo modelo (que representa um ganho potencial enorme para a qualidade da nossa Educação) efetivamente exigirá a contratação de profissionais, com impactos variados, conforme o estado ou o município (uma estimativa coloca em 10 bilhões de reais por ano o investimento extra só nos estados). Para que o piso seja pago, a lei prevê que o governo federal repasse mais verbas para estados e municípios. Mas não há solução prevista para financiar a contratação de mais professores. Ou seja, será preciso negociar – e fazer valer a tão falada vontade política na hora de investir numa área que, reconhecidamente, precisa melhorar.O segundo diz respeito a uma questão jurídica – e esse é o ponto que, neste momento, ainda abre espaço para contestações, apesar de a lei já ter sido sancionada. Prefeitos e governadores afirmam que as novidades mexem nos planos de carreira docentes, o que fere a autonomia de estados e municípios prevista na Constituição. Portanto, o artigo em questão seria ilegal. Idas e vindas De início, o barulho foi forte na imprensa, com ameaças e relatórios mostrando a inviabilidade de aplicar a lei. O próprio Ministério da Educação publicou, em seu site, que o Consed havia feito uma consulta (no mínimo curiosa) sobre a possibilidade de contar como horário extraclasse o tempo que os professores gastam trocando de sala, entre uma aula e outra, de manhã ou à tarde. Passadas algumas semanas, porém, os ânimos se acalmaram. O Consed parou de ventilar o levantamento que apontava o grande rombo nas contas públicas. E negou que tenha procurado o MEC com a dúvida sobre a chance de considerar como aperfeiçoamento profissional o deslocamento dentro da escola. “Não temos documentos com esse registro”, diz a presidente da entidade, Maria Auxiliadora Seabra Resende, a Dorinha, secretária de Educação do Tocantins. Sobre os valores previstos, ela afirma que a entidade está produzindo um novo levantamento, sem data para ser divulgado, “com a situação bem mais detalhada”. E adianta: “Pensamos até em pedir complementação federal, não só para o piso, mas também para a contratação de mais professores”. Todos os envolvidos aguardam que o MEC envie à Advocacia-Geral da União (AGU) as dúvidas sobre a constitucionalidade do assunto – vale lembrar que o órgão, durante o trâmite do projeto no Legislativo, pronunciou-se pela legalidade do texto. “Os procuradores estaduais vão se reunir e elaborar o documento (com as dúvidas jurídicas)”, disse o ministro Fernando Haddad no dia 15 de agosto.
Fonte: Revista Nova Escola.
CONSELHEIROS DO FUNDEB SE REUNIRÃO DIA 14/01

Os conselheiros do FUNDEB de Pirambu estarão no dia 14/01 concluindo o relatório anual de suas ações e apresentando a nova gestão municipal. de acordo com seu presidente o professor Diógenes Almeida, apesar das ações pulverizadas e da pífia ajuda da secretaria de educação para os trabalhos do conselho, o ano foi proveitoso pois conseguimos levantar algumas questões com relação a fiscalização. Ainda segundo o professor, a realidade encontrada em Pirambu é calamitosa, principalmente no que diz respeito a estrutura das escolas municipais.
NOTA: 0,9 PARA A EDUCAÇÃO DE PIRAMBU

0,9 (zero virgula nove) esta foi a nota dada pelos professores de Pirambu para a nossa educação em 2008 em pesquisa feita em todo o Estado de Sergipe pelo SINTESE. E pasmem tem gente da antiga (e atual gestão) que disse que isso se deve a alguns professores da rede municipal. DURMA COM UM BARULHO DESSES.
FUNDEB MANTEVE-SE ESTÁVEL EM 2008
Apesar do incremento de 10% nos valores do repasse do Fundeb no início de 2008, o bolo de impostos municipais não foram suficientes para dar uma "incrementada" no crescimento do fundo. Observe abaixo no gráfico a oscilação no fundo que teve uma média de repasse em torno de R$ 246.000,00 (duzentos e quarenta e seis mil Reais em 2008).
Gráfico: Diógenes Almeida.PROFESSOR CLÁUDIO BRITO DE AGUILHADAS CRIA O BLOG "CACO NEWS"

Professor Cláudio Brito e seus alunos em Aguilhadas - Pirambu - SE
O Professor Cláudio Brito, que leciona no povoado Aguilhadas lançou no final do ano passado o Blog Caco News, e como ele mesmo diz em seu Blog, pretende expor algumas de suas ideias, angustias e alegrias sobre as pessoas, o mundo, e a educação.
Com vasta experiência na educação infantil, o professor ganhou no ano passado um prêmio estadual de redação, ligado ao seus trabalho como professor.
Para conhecer o Blog, visite: http://cacosnews.blogspot.com/

